The Maxakali are an indigenous people living in the northeast of the Minas Gerais state in Brazil, over lands that were previously covered by the primitive virgin forest.
Even though the contact with the white people occurred more than three centuries ago, they demonstrate a notable cultural resistance to conserve alive their language and a wide range of ritual chants that perpetuate their cosmology.
They resist, through the chants and through their relations with the spirits, the permanent hostility from those who took their lands and destroyed the forests and the animals they used to live with.

Every chant from the vast rituals ensemble the Maxakali maintain is a strategy to meet and share with the spirits of the forest. The words and variations composing those chants correspond to the appearance and the presence of the spirits and they are also transcribed into drawings. A portion of the spirits is offered to you now to be dressed.
A repetição de ritmos, de gestos gráficos e o gosto pela geometria caracterizam a produção do artista Marcos Coelho Benjamim, que estima particularmente o objeto gasto e abandonado. Aproveita-o e, ao fazê-lo, infunde-lhe vida novamente. Adiciona seu trabalho ao trabalho do artesão que um dia se ocupou em dar forma à matéria bruta com vistas a incorporá-la à ordem dos homens. Como os artesãos, Benjamim gosta do contato com durezas, com superfícies ásperas, com a qualidade discreta embora imensa que as texturas das coisas vai segredando às mãos. Ele sabe que a potência do olho esbarra na incapacidade de perceber que as coisas são moradas secretas que tanto podem abrigar o peso como a leveza, o calor como o frio; podem inspirar cuidado ou insinuar que atravessarão incólumes o fluxo do tempo.

As obras do artista parecem provocar no espectador a sensação de estar diante de um jogo. Madeira e metal como chapas e chapinhas recortadas, dobradas, justapostas ou apicoadas transformam-se em superfícies diversas, que seduzem o público. Como um fazedor de grandes e pequenas construções poéticas – que guardam “experiências da infância despreocupada” –, Benjamim parece ter o domínio da medida exata, demonstrando-se mestre de contenção minimalista. Nascido em Nanuque, Minas Gerais, em 1952, o artista plástico autodidata dá sentido à uma vocação inteiramente assumida, a do fazedor, isto é, o poeta que transpira em atos os desejos, construindo com o trabalho, para dar corpo à substância dos sonhos.



Lucchesi se dedica à pintura e cria objetos, voltado para as amplas possibilidades do fazer que descobre nas artes e tradições populares.

Toda obra do artista remete, à primeira vista, a um foco comum: visualidade moldada a partir de uma massa de diferentes referências e/ou materiais organizados geometricamente. São as formas geométricas sobrepostas que caracterizam as pinturas, e a influência do barroco se faz sempre presente - a convivência com a arte e arquitetura barroca de Ouro Preto levou o artista a incorporar o estilo nos seus trabalhos.  Lucchesi afirma que lida com o erro em suas obras e vai fazendo arte seguindo a máxima do pintor e escultor francês Marcel Duchamp: “Aperfeiçoe o erro que ele vira um estilo”. 

Autodidata, é artista desde menino. Nasceu em 1955 e passou grande parte da infância e adolescência no quintal da casa do avô materno, em Belo Horizonte. O avô era mestre de obras e tinha uma oficina com diversos materiais, como ferro velho e madeira. Então, por lá ficava combinando materiais e montando objetos. “O quintal do meu avô foi a minha escola de Belas Artes".
In this collection, Auá continues its partnership with Brazilian cultures and traditions. This time, it proposes a close dialogue with the vital life cycles of nature through the research Topomorfose, developed by Studio Crocco Design.

Here, the design of nature wins starring role, offering multiple possibilities of poetic modulations, of fine plastic expressiveness. The veins in each wood express the very identity of nature itself, as if they were its ''fingerprints''.

In search of essentiality, all the winter collection pieces are modeled, remodeled and cut from a basic pattern. The shirts gradually transform themselves into tunics and dresses, accompanied by the second-skin. The pants and skirts inspired by the clothing of the samurai complete the collection. Together, they dress charmingly and magically, bodies that bring textures and shapes with themselves.
Towards our 2014/15 summer collection, through Yanomami lands, Ye'kwana tribe in Roraima, Brazil.

After 10 years working in partnership with brazilian native indians, we'll share with whoever thinks brazilian fashion with sensibility and as a vehicle of information and transformation.

Stand by, we'll be back soon with news!
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